O Startup Weekend é um evento promovido pela Agencia para o Desenvolvimento Empresarial e Inovação, ADEI, que dura 54 horas ao longo de um fim de semana. Os empreendedores e entusiastas reunem-se para compratilhar ideias, formar equipas e criar startups.
Nos dias 4, 5 e 6 de Novembro o desafio é criar uma startup em 54 horas na cidade de Assomada . De 11 a 13 de Novembro, startup na área das TIC na cidade da Praia - ITIC- Palmarejo. Entre os dias 18 e 20 de Novembro o desafio será lançado a cidade do Mindelo e no último final de semana do mês - 25 a 27 de Novembro, pela primeira vez o evento irá ser realizado na ilha do Sal.
No final do evento, serão selecionadas as melhores e mais inovadoras ideias, às quais será atribuído um prémio, bem como, o grande reconhecimento e mérito. Desde o lançamento da Startup Weekend em 2007, já foram lançadas mais de 500 novas startups, e foram ligadas mais de 15.000 mentes apaixonadas! Esta é uma experiência extremamente valiosa, que inspira apoiantes e conecta empreendedores à volta do globo.
Mais informações sobre este evento consulte o site da ADEI
NOSi recebeu na manhã desta segunda-feira, 31 de outubro, a visita dos integrantes da Comissão Nacional de Proteção de Dados - CNPDP. As duas instituições pretendem trabalhar em conjunto no sentido do reforço da obrigação legal de Proteção e Segurança dos dados. A equipa do CNPD, Faustino Varela Monteiro (Presidente), Djamilson Pinto e José Maria de Pina, foi recebida pelo PCA do NOSi, António Fernandes, e pelo o Administrador Executivo, Carlos Santos.
A máquina tem mais de 10 milhões de processadores e é capaz de realizar 93 quatrilhões de cálculos por segundo. De acordo com o ranking bianual dos 500 supercomputadores mais poderosos do mundo , realizado pelo Laboratório Nacional de Berkeley em conjunto com a Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, uma máquina 100% chinesa intitulada TaihuLight, desenvolvida por um órgão da China de pesquisa em engenharia e tecnologia, é a mais rápida do mundo.
O país ocupa a liderança desde 2013, com a até então imbatível Tianhe-2, que processava 33.86 petaflops (cada petaflop equivale a 1 quatrilhão de cálculos por segundo) com chips da empresa americana Intel. No entanto, o atual supercomputador mais poderoso é quase três vezes mais eficiente, com capacidade de processamento de 93 petaflops. A máquina fica no Centro Nacional de Supercomputação da China, na cidade de Wuxi.
O TaihuLight tem mais de 10 milhões de processadores, todos produzidos na China, cerca de cinco vezes mais velozes que os do terceiro supercomputador da lista, o americano Titan, do Labotarório Naional de Oak Ridge, baseado nos Estados Unidos, com 17.59 petaflops.
Segundo o anúncio, a China é a líder do mercado de supercomputadores, com 167 máquinas, desbancando os Estados Unidos, com 165. Os americanos barraram no ano passado a exportação de processadores da Intel aos asiáticos, alegando que eles eram usados para fins bélicos.
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O presente Protocolo de Parceria, assinado hoje, 28 de novembro, pelo PCA do NOSi, António Fernandes, e pela gestora da Casa do Cidadão Mayra Silva, visa estabelecer uma interação sistemática e efetiva, promover a articulação entre a teoria e a prática, otimizando a formação e o desenvolvimento institucional.
Luís Maximiano, técnico do NOSi, esteve nesta terça-feira, em Coimbra, Portugal, a apresentar o projeto LMITS - Land Management Information Territorial System, ao público da Geoconferência Cadastro 4.0.
O projecto Gestão de Propriedades para a Promoção do Investimento, financiado pelo Governo dos Estados Unidos da América, através do Millennium Challenge Corporation no montante de 17,3 Milhões de Dólares, tem como principal objectivo reduzir o tempo e o custo associado ao registo de propriedades, transmitir maior segurança jurídica nas transacções imobiliárias e ainda promover o aumento do investimento e a produtividade da terra.
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O acordo foi assinado na manhã desta quarta-feira, 26 de outubro, pelo Presidente do Conselho de Administração do NOSi, Eng.º António Fernandes, na presença do representante da Oracle, Alexis Bekoule. Firmado o acordo fica regularizada a situação das licenças da Oracle utilizadas pelo NOSi.
Destaca-se que a partir desta data o NOSi reforça a sua parceria com Oracle e passa a ser um ISV (Independent Service Vendor) em Cabo Verde, com especial incidência para as instituições públicas.
Uma delegação do NOSi apresentou cumprimentos na tarde desta segunda-feira, 24, ao Embaixador da União Europeia e à Embaixadora de Portugal em Cabo Verde no âmbito da participação numa sessão de formação que arranca no dia 31 de outubro na Universidade do Minho em Guimarães.
Esta formação enquadra-se no Projeto de Apoio à Melhoria da Qualidade e da Proximidade dos serviços Públicos nos PALOP e Timor-Leste (PASP/PALOP-TL), financiado pela União Europeia e implementado e co-financiado pelo Instituto Camões com supervisão técnica da Agência para a Modernização Administrativa (AMA) de Portugal.
Esta formação inclui também a colaboração da United Nations University Operational Unit on Policy-driven Electronic Governance (UNU-EGOV) e vai contar com a participação de 24 formandos dos PALOP e Timor-Leste, os quais irão assumir um papel de liderança na implementação dos respetivos projetos nacionais no domínio da Governação Eletrónica (e-GOV) e das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).
A “Internet das Coisas” se refere a uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar os itens usados do dia a dia à rede mundial de computadores. Cada vez mais surgem eletrodomésticos, meios de transporte e até mesmo tênis, roupas e maçanetas conectadas à Internet e a outros dispositivos, como computadores e smartphones.
A ideia é que, cada vez mais, o mundo físico e o digital se tornem um só, através dispositivos que se comuniquem com os outros, os data centers e suas nuvens. Aparelhos vestíveis, como o Google Glass e o Smartwatch 2, da Sony, transformam a mobilidade e a presença da Internet em diversos objetos em uma realidade cada vez mais próxima. O TechTudo busca explicar o que realmente pode mudar com a aplicação desse conceito. Confira.
Como surgiu o termo?
A ideia de conectar objetos é discutida desde 1991, quando a conexão TCP/IP e a Internet que conhecemos hoje começou a se popularizar. Bill Joy, cofundador da Sun Microsystems, pensou sobre a conexão de Device para Device (D2D), tipo de ligação que faz parte de um conceito maior, o de “várias webs”.
Em 1999, Kevin Ashton do MIT propôs o termo “Internet das Coisas" e dez anos depois escreveu o artigo “A Coisa da Internet das Coisas” para o RFID Journal. De acordo com o especialista, a rede oferecia, na época, 50 Pentabytes de dados acumulados em gravações, registros e reprodução de imagens.
A limitação de tempo e da rotina fará com que as pessoas se conectem à Internet de outras maneiras. Segundo Ashton, assim, será possível acumular dados do movimento de nossos corpos com uma precisão muito maior do que as informações de hoje. Com esses registros, se conseguirá reduzir, otimizar e economizar recursos naturais e energéticos, por exemplo. Para o especialista, essa revolução será maior do que o próprio desenvolvimento do mundo online que conhecemos hoje.
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Stephane Silva, 26 anos, um jovem cabo-verdiano estudante do último ano de Engenharias de Produção na Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, Brasil, criou recentemente a empresa Ifome, um serviço que a partir de Dezembro pretende dar suportar restaurantes centralizados das ilhas de Cabo Verde, além de permitir aos clientes fazer pedidos de entrega online.
Em entrevista ao site de noticias Ocean Press o promotor da iniciativa disse que ideia surgiu em Março deste ano, depois de ter estado num restaurante e fazer um pedido, tendo acabado por desistir de tanto esperar para ser atendido. “Foi ali que descobri que existe um sistema de entrega rápida e prática já utilizado em alguns países através do qual é só baixar, pedir e comer. Logo pensei que em Cabo Verde há um sistema desse tipo e já está na hora de começar a fazer alguma coisa para o meu país. Daí que resolvi apostar nesta área”, declara Stephane Silva.
Inicialmente fez um estudo de mercado, depois o projeto, que apresentou a algumas pessoas para ver o que pensavam. “Não foi de todo fácil porque algumas nem responderam e outras disseram que iam para frente comigo, mas depois nada. Posteriormente apresentei a proposta a uma amiga, Sara Varela, fizemos uma parceria e começamos a trabalhar juntos", afirma o jovem.
"Sara Varela de momento estuda informática e inteligência artificial na Sussex University em Inglaterra. Escolhi a Sara porque a conheço como pessoa que tem uma atitude pró-activa, que gosta de desafios incríveis, ela transpira sucesso. Pelo que a convidei para trazer estes requisitos para o Team Ifome".
Depois de concluído o projeto, Stephane Silva esteve em Cabo Verde e apresentou o serviço a alguns restaurantes na ilha de Santiago, que mostraram-se disponíveis em ser os potenciais primeiros clientes da empresa. Segundo ele, está a espera apenas da confirmação de alguns patrocínios para poder arrancar em Dezembro deste ano.
"A empresa Ifome pretende dar suporte a restaurantes com um sistema de entrega em todas as ilhas de Cabo Verde. Inicialmente trabalharemos com alguns restaurantes na ilha de Santiago e posteriormente expandir para outras ilhas, nomeadamente São Vicente e Sal", perspetiva.
Trata-se de uma plataforma informática que irá conectar os cabo-verdianos com os restaurantes, focada em melhorar a operação diária, oferecendo-lhes um novo canal de vendas a empresas gastronómicas e uma ferramenta facilitadora para os clientes e usuários.
Fonte: Ocean Press
A Universidade de Cabo Verde vai acolher o XII Congresso da Lusocom e III Congresso da Mediacom, dedicado aos temas “Cibercultura, Regulação Mediática e Cooperação”, nos dias 19 a 21 de outubro, no Campus do Palmarejo, Cidade da Praia.
A Sessão Solene da Abertura, contará com as presenças da Diretora Geral da Comunicação Social, Drª. Ineida Cabral, da Reitora da Uni-CV, Professora Doutora Judite Medina do Nascimento, da Presidente da Lusocom, Professora Doutora Margarita Ledo e do Presidente da Mediacom Professor Doutor Silvino Évora.
A agenda do XII Congresso da Lusocom / III Congresso da Mediacom conta com 118 comunicações, distribuídas por 27 sessões sobre as áreas temática como: Jornalismo; Comunicação Organizacional; Publicidade, Sociologia da Comunicação; Comunicação Visual + Semiótica; História dos Mídias; Sociedade da Informação e Políticas de Comunicação; Comunicação e Educação; Comunicação Política e Cultura; Estudos Culturais e de Género; Televisão e Rádio; Redes Sociais e Cultura; Epistemologia da Comunicação; e Comunicação e Representações Identitárias.
Trata-se de um Congresso Internacional de referência que contará com perto de uma centena de congressistas internacionais, de vários países, que vão trazer a Cabo Verde as tendências últimas da investigação em Ciências da Comunicação.
O Congresso contará com sessões plenárias e paralelas que ajudarão a construir uma atmosfera de conhecimento e de aprendizagem, troca de informação, partilha de conhecimento e interação entre as diferentes perspetivas e olhares que se depositam sobre o mundo e sobre as relações entre os seres humanos.
O encontro será celebrado no âmbito das comemorações dos 10 anos de Universidade de Cabo Verde e conta com a apoio da Agacom - Associación Galega de Investigadores e Investigadoras en Comunicación, da Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação e da Sopcom - Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação.
“O congresso da Lusocom realiza-se pela segunda vez num país africano. O desejo de alargar a atividade da federação aos países africanos é antigo, mas só agora voltou a proporcionar-se esta oportunidade, quase 14 anos depois do congresso realizado em Maputo em 2002. Com a criação da Mediacom – a Associação Cabo-verdiana de Ciências da Comunicação, alargaram-se as condições que permitem que este evento possa voltar a acontecer fora do triângulo Portugal-Brasil-Galiza”, salientou a presidente da Lusocom.
A direção da Lusocom faz, por isso, votos de que este encontro, que se associa ao III Mediacom, seja um marco para a abertura de horizontes de cooperação e solidariedade no espaço lusófono. Que os investigadores das Ciências da Comunicação possam participar em grande número e assim contribuir para a construção de uma sólida comunidade de investigação de Língua Portuguesa.
Este será um dos maiores eventos da Universidade de Cabo Verde este ano. Para mais informações consultar: http://www.lusocom2016.org/