A presidente do Instituto para Igualdade e Equidade de Género (ICIEG), Rosana Almeida, considera que o Observatório de Género online, apresentado nesta quinta-feira, 08 de Dezembro, na cidade de Praia, representa um marco histórico na promoção para a igualdade de género em Cabo Verde.
“É sem dúvida um marco histórico porque hoje vamos efectivamente disponibilizar o acesso ao observatório de género ao público”, disse na abertura do encontro para apresentação desse instrumento de produção de estatísticas.
Rosana Almeida salientou que é “inegável” que a transversalidade da abordagem de género nas estatísticas tem sido uma “grande fonte” de informação dando visibilidade às desigualdades existentes e consequentemente contribuindo para a introdução da problemática na agenda pública.
“Hoje ninguém dúvida que a visibilidade adquirida auxilia no desenho e na análise de propostas orientadas para a igualmente social e melhoria na distribuição de recursos existentes, assim como permite entender as relações entre o acesso, o controlo e o benefício dos mesmos”, sustentou.
Para a presidente do ICIEG, a análise dos dados com abordagem de género reveste-se de particular importância devido à assunção dos objectivos de desenvolvimento sustentável, que no aspecto género almeja a igualdade efectiva entre homens e mulheres (50/50).
Por isso mesmos, considera que este observatório de género em Cabo Verde e já um primeiro passa dado na consecução dos ODS no horizonte de 2030.
O mesmo entendimento tem a representante da ONU Mulheres em Cabo Verde. Ivanilde Furtado considera ainda que para além da questão da igualdade de género esse instrumento vai permitir respostas a outros compromissos assumidos por Cabo Verde a nível internacional e regional designadamente da CEDAW, da Plataforma de Acção de Beijing e ainda do protocolo de Maputo.
“Trata-se de um recurso facilitador e estimulador de análises, pesquisas, artigos científicos ligados à temática da igualdade e de género e do empoderamento das mulheres. Um contributo também para a mobilização de novas parcerias e mais recursos para financiamento sustentável da agenda de género no país”, adiantou.
Ivanilde Furtado vê ainda nesse observatório uma boa prática que pode potenciar e capitalizar relações de cooperação sul-sul com países da comunidade lusófona e da sub-região africana.
O Observatório de Género, criado desde 2012, é resultado de uma parceria entre o ICIEG, o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) e a ONU Mulheres, e a versão online que é apresentada depois de uma actualização e harmonização, fica alojada no novo site do INE.
O presidente do INE, Osvaldo Borges, adiantou que o objectivo é dotar o país de um instrumento que permite monitorizar todas as políticas existentes em matéria de género.
Osvaldo Borges, acredita que a partir de agora o instituto estará em condições de apresentar todo os anos, a publicação “Homens e mulheres em Cabo Verde”, que tem sido apresentado de dois em dois anos.
Para além de dados quantitativos a plataforma online apresentará uma abordagem qualitativa que visa fazer o seguimento das políticas públicas relacionadas com o género em Cabo Verde.
Fonte: inforpress
O fabricante procura contribuir para o desenvolvimento das competências digitais dos jovens africanos através do Africa Code Week.
Com esta iniciativa, a SAP pretende preparar cinco milhões de jovens africanos com competências básicas de programação até 2025, incluindo nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
Em 2016, no âmbito da Africa Code Week (ACW), «treinámos mais de 5 800 estudantes» nos países africanos lusófonos, a maioria (64%), do género feminino, disse Claire Gillissen-Duval, líder global do projecto ACW.
Os jovens envolvidos tiveram acesso ao material do programa, traduzido para português, e a SAP contou com o apoio de um «grupo de formadores mestres de Portugal» para participar nas sessões Train the Trainee.
Em Angola, a iniciativa contou com o apoio do Governo. Entre as parcerias, o destaque vai para a Escola Dom Bosco, um programa inovador que trabalha com crianças e jovens desfavorecidos, que vivem nas áreas urbanas de Luanda.
Em Moçambique, a parceria foi firmada com a MuvaTech com o objectivo de incluir mais mulheres na formação de professores ACW e, consequentemente, aumentar o acesso das mulheres e raparigas à tecnologia e criar, junto delas, maior interesse e conhecimento sobre as oportunidades na indústria das TIC.
No quadro da XIIª reunião dos ordenadores nacionais dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor-Leste (PALOP-TL) e a União Europeia (UE) sobre o Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED), o NOSi recebeu nesta terça-feira, 06 de Dezembro, as 10 horas, nas instalações do Data Center em Achada Grande Frente, a visita da embaixadora de Portugal em Cabo Verde, Helena Paiva, acompanhada de uma delegação do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, liderada pelo seu vice-presidente Gonçalo Teles Gomes.
Com a visita puderam inteirar-se melhor do trabalho desenvolvido pelo NOSi no domínio da Modernização Administrativa e governação eletrónica. De acordo com Gonçalo Gomes, o seu país tem apoiado o arquipélago desde início do projecto do Data Center, inaugurado em Julho de 2015, sublinhando que o mesmo é “exemplar”, não só para o país, mas também para a região e África, já que tem “enormes potencialidades” que podem e devem ser aproveitadas por Cabo Verde.
“Estamos agora a desenvolver outros projectos que são co-finaciados pela União Europeia e Portugal, nomeadamente, ainda antes do final do ano, vamos celebrar o protocolo com o NOSI que vai permitir a digitalização de todo o registo comercial e automóvel no valor de 400 mil euros (cerca de 44 mil contos)”, disse.
Para além disso, Gonçalo Teles Gomes frisou que Portugal tem trabalhado com o NOSI, também na área de formação dos seus funcionários, perspectivando que essas formações possam ser replicadas em Cabo Verde, e, ainda, noutros países da região.
Por sua vez, Carlos Santos, administrador executivo do NOSI, esclareceu que o protocolo a ser assinado é no quadro da parceria existente com a União Europeia e o Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, que vai beneficiar, não só a melhoria da administração pública na sua relação com os cidadãos, mas também a competitividade do país.
“Vai ser a informatização e a digitalização de todo o registo comercial e registo automóvel, trazendo ganhos consideráveis como, por exemplo, ter um registo comercial em três dias”, afirmou, notando que Portugal é e vai continuar a ser uma “grande parceira” do NOSI e de Cabo Verde.
A cidade da Praia acolheu na manhã desta segunda-feira, 05 de Dezembro, a apresentação Pública do novo Portal da Governação Eletrónica para os PALOP e Timor-Leste. A abertura do evento contou com presença do embaixador da União Europeia em Cabo Verde, da Embaixadora de Portugal, do Administrador Executivo do NOSi, do Diretor-geral da Administração Pública, além de vários representantes das instituições Públicas e Privadas. Esta iniciativa insere-se no âmbito do Projeto de Apoio à Melhoria da Qualidade e da Proximidade dos Serviços Públicos nos PALOP e Timor-Leste (PASP/PALOP-TL).
Foi partilhado ainda o Projeto de Cabo Verde, denominado “Informatização e digitalização dos registos Comercial e Automóvel”. Financiado pela União Europeia, com execução e cofinanciamento do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., o projeto PASP/PALOP-TL insere-se no âmbito do 10.º Fundo Europeu de Desenvolvimento.
No âmbito do projeto Sistema de Integrado de Gestão Escolar - SIGE, a equipa do projeto Educação do NOSi desenvolveu o “Dossier do aluno”. Com este módulo, tanto alunos, pais/encarregados de educação poderão consultar as notas, faltas, propinas, entre outras, através do portal Porton di nos ilha, mediante um código de Estudante ou código do Encarregado de Educação (código este atribuído pela escola).
Mais informações confira: https://portondinosilhas.gov.cv/portonprd/porton.portoncv?p=AACEC7BDB7C4B8B2A8CABAC4C4
Com o projeto, o país também espera destronar a China e ter o supercomputador mais rápido do mundo até o fim do próximo ano.
O Japão planeia construir um computador supereficiente que poderia chegar ao topo do ranking de supercomputadores do mundo no fim de 2017. O projeto da nova máquina prevê capacidade de processamento de 130 petaflops, o que a levará a superar em desempenho o atual líder mundial, o supercomputador chinês Sunway TaihuLight, com 93 petaflops de processamento ─ cada petaflop corresponde a um trilhão de operações por segundo.
O National Institute of Advanced Industrial Science and Technology (AIST) do Japão não quer apenas criar o supercomputador mais rápido do mundo, mas também o mais eficiente. Para isso, busca um consumo de energia abaixo de 3 megawatts, um objetivo e tanto, uma vez que o supercomputador japonês mais bem colocado no atual top 500, o Oakforest-PACS, opera com um décimo da performance (13,6 petaflops) com o mesmo gasto de energia. Já o chinês TaihuLight, que lidera o top 500, consome mais de 15 MW.
O instituto japonês também busca uma efetividade (a proporção do consumo total de energia, incluindo desde o exigido para resfriamento até a energia consumida pelos aparelhos computacionais) abaixo de 1.1. Esse é um valor PUE (potência elétrica total consumida pelo sistema) alcançado apenas pelos data centers mais eficientes do mundo.
O AIST planeia usar resfriamento líquido, uma técnica que também é utilizada pela companhia francesa Atos no seu design de supercomputador para a French Alternative Energies and Atomic Energy Commission (CEA). A Atos busca desempenho de 1 exaflop, mas não terá o computador pronto até 2020, enquanto que o Japão planeja ter sua máquina finalizada daqui um ano.
Enquanto outros países aperfeiçoaram seus principais supercomputadores para cálculos como modelação atmosférica ou simulações de armas nucleares, o instituto japonês está de olho em aplicações de aprendizado de máquina e deep learning no campo cada vez maior da inteligência artificial (IA) com o novo supercomputador.
O projeto do Japão carrega o nome de AI Bridging Cloud Infrastructure (ABCI), e tem a intenção de ser usado por startups, usuários já existentes de supercomputadores na indústria e acadêmicos, segundo um documento publicado pela AIST neste mês.
O supercomputador japonês será construído no campus de Kashiwa da Universidade de Tóquio, localizado a cerca de 40km da capital japonesa.
Fonte: http://computerworld.com.br/
No âmbito de contrato assinado entre o NOSi e a ECOWAS, uma equipa técnica conjunta está a proceder à transferência e instalação dos servidores da ECOWAS no Data Center do Estado de Cabo Verde, gerido pelo NOSi.
Recorde-se que desde de janeiro de 2016, todos os websites da ECOWAS estão alojados no Data Center do Estado de Cabo Verde, na sequencia de uma parceria estabelecida entre o nosso país e esta comissão.
A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, “CEDEAO”, foi criada em 28/05/1975 com a adoção do tratado da CEDEAO, que foi posteriormente revisto em 1993, para facilitar o processo de integração.
Trata-se de uma comunidade composta por 15 Estados-membros: Benin, Burkina Faso, Cabo Verde, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa e Togo.
Sediada em Abuja, Nigéria, os 15 Estados-membros, ocupam uma extensão territorial de 6,1 milhões de Km2 e 220 milhões de habitantes. O PIB regional é de 106. 7 (Biliões de dólares).
Os objetivos gerais são a promoção da cooperação e integração entre os Estados-membros, a fim de se chegar a uma unidade económica e monetária, enquanto mecanismo de estimular o crescimento económico e o desenvolvimento da África Ocidental.
Embora os números estejam melhorando, estudo da ITU mostra que apenas 47,1% da população hoje está online, o que significa que quase 53% não têm acesso à rede mundial
Menos da metade da população mundial tem acesso à internet, embora os números estejam melhorando, de acordo com relatório da União Internacional de Telecomunicações (ITU), órgão das Nações Unidas. O documento, recém-divulgado, mostra que 47,1% da população hoje está online, o que representa um aumento de 43% na comparação com 2015.
A expansão das redes móveis ao redor do globo tem desempenhado um papel importante no aumento da conectividade à internet. Segundo o relatório, neste ano, as redes de banda larga móvel atingiram um índice de cobertura 84% da população mundial, mas o número de usuários com acesso à rede mundial está bem abaixo.
"A implantação de infraestrutura é crucial, mas os altos preços e outras barreiras permanecem desafios importantes para que mais pessoas possam ingressar no mundo digital", alerta o relatório. "Isto sugere que muitas pessoas ainda não se beneficiam plenamente das oportunidades trazidas pela internet", completa o texto.
Para o analista Zeus Kerravala, da ZK Research, é preciso haver mais ideias sobre como difundir o acesso à internet. "No Canadá, por exemplo, eles implantam fibra em todas as escolas e, em seguida, a conexão da escola é liberada para regiões da cidade nas quais as pessoas não têm conexão", conta ele. "Precisamos de um plano como esse na Índia ou na China rural."
Embora grande parte do crescimento do uso da internet venha dos países em desenvolvimento, muitas pessoas nesses países não possuem ou usam telefone celular. A Coreia do Sul é a que tem os níveis mais altos de conectividade e de uso da internet, enquanto as nações africanas do Níger, Chade, Guiné-Bissau e Sudão do Sul são as que têm o nível mais baixo.
"Acho que vamos ver um grande aumento de conectividade," disse Kerravala. "É um problema global que diz respeito a todos. O Facebook e o Google não deveriam estar trabalhando nisso sozinho. Nós precisamos mais de grandes ideias. Eu gostaria de ver a Microsoft e a Amazon trabalhando nisso também
Índice de desenvolvimento de TICs
O relatório que mensura o índice de desenvolvimento da sociedade da informação nos países é amplamente reconhecido como o mais confiável e imparcial repositório de dados globais e análise sobre o estado de desenvolvimento global das tecnologias da informação e comunicações (TICs) e é usado como parâmetro por governos, organizações internacionais, bancos de desenvolvimento, analistas, investidores e o setor privado em todo o mundo.A Coreia do Sul ficou pelo segundo ano consecutivo no topo do ranking do índice de desenvolvimento global de TICs (IDI). Entre os dez países com o melhor IDI também estão outras economias da região Ásia-Pacífico e sete países europeus. Três países insulares do Caribe ─ St. Kitts e Nevis, Dominica e Grenada ─ foram destaque como os mais dinâmicos, com fortes melhorias no IDI."Os resultados deste ano mostram que quase todos os 175 países cobertos pelo índice melhoraram seus valores de IDI entre 2015 e 2016," disse Brahima Sanou, diretor do birô de desenvolvimento das telecomunicações da UIT, que produz o relatório anual. "Durante o mesmo período, fortes melhorias foram feitas na utilização das TIC, de acesso, resultado principalmente do forte crescimento da banda larga móvel global. Isto permitiu que um número crescente de pessoas, em particular do mundo em desenvolvimento, passasse a fazer parte da sociedade da informação, beneficiando-se de muitos serviços e aplicativos fornecidos através da internet."De acordo com o estudo, a Europa continua a liderar em desenvolvimento das TIC. Tinha o maior valor médio de IDI entre as regiões do mundo (7,35). Países europeus têm liderado os mercados de comunicações com altos níveis de acesso e uso das TICs.
O número de países das Américas também melhorou significativamente o seu desempenho no IDI, embora no Brasil, Bolívia, México, Argentina e Chile o índice de desconectados ainda esteja entre 26% e 50%. A Bolívia e o México, particularmente, fizeram progressos visíveis no desempenho de IDI. Semelhante a outras regiões, o crescimento da banda larga móvel influiu nos resultados.
A Comunidade dos Estados Independentes (CEI, formada por 11 países da antiga União Soviética) e a Europa apresentam percentual de 33,4% e 20,9% de pessoas offline, respectivamente. Contudo, é a região mais homogênea em termos de desenvolvimento das TICs. Quase todos os países da CEI têm valores de IDI acima da média global. Todos os países também melhoraram seus valores IDI como resultado da telefonia móvel e banda larga móvel.
A região Ásia-Pacífico, por outro lado, é a mais heterogênea. As principais economias da região têm valores IDI acima de 7,50. A região também aumentou o número de países que elevaram significativamente o seu valor de IDI ao longo do ano, incluindo o Butão, Mianmar e Malásia. No entanto, nove de 34 países da região, incluindo vários com grandes populações, são países menos conectados.
A África conseguiu elevar seu desempenho de IDI. O valor médio de IDI da região foi de 2,48 pontos, pouco mais de metade da média global de 4,94. A maioria dos 39 países africanos são países menos desenvolvidos. Isto reflete no menor nível de desenvolvimento econômico, o que inibe o desenvolvimento das TIC. O maior crescimento alcançado foi o número de assinaturas de celular, em contraste com outras regiões, em que o número de assinaturas de banda larga móvel experimentou o maior crescimento.
Em Cabo Verde para participar no Simpósio Internacional de Regulação no contexto da Economia Digital, Arvo Ott, um dos principais impulsionadores da governação eletrónica da Estónia, esteve de visita nesta sexta-feira, 25 de novembro, ao NOSi, para conhecer a experiência do nosso país neste domínio.
Dr. Arvo Ott é Diretor da Academia de Governação Eletrónica da Estónia. Suas responsabilidades incluem a coordenação de estudos de e-governança, (Aspetos governação e Democracia eletrónica). Foi responsável pela planificação e implementação da estratégia da Sociedade de Informação e da Administração Eletrónica da Estónia.
A Estónia é um dos países da União Europeia (UE) mais avançados em termos de governação eletrónica, "E-goverment", encontrando-se atualmente na linha da frente em termos de desenvolvimento na utilização das novas tecnologias de informação ao serviço do desenvolvimento.
Cabo Verde precisa criar, com urgência, um fundo de garantia para as Pequenas e Médias Empresas (PMEs), visando facilitar o acesso ao financiamento, defendeu o ministro das Finanças, Olavo Correia.
O Governo vai propor, igualmente, a criação de um fundo soberano para apoiar as grandes empresas no acesso ao financiamento no mercado internacional. “Queremos criar estes dois instrumentos fundamentais para acelerar o processo de acesso ao financiamento pelas empresas cabo-verdianas”, sublinhou.
O ministro das Finanças garantiu que o governo está a “trabalhar arduamente” na criação destes dois fundos, que estarão em condições de funcionar no início do próximo ano. “Estes dois fundos são essenciais para que haja mais financiamento, produção, rendimento e emprego em Cabo Verde”, justificou.
Para criar os dois fundos o governo vai mobilizar recursos financeiros junto do Banco Mundial e de outros parceiros internacionais. “Vamos procurar encontrar uma solução técnica que visa converter o “trust fund” num fundo soberano de apoio às grandes empresas no acesso ao financiamento no mercado doméstico e internacional", prometeu Correia.
fonte: asemana