NOSi Akademia publica a lista seriada de candidatos seleccionados ao NOSiEstágio, Fase 02/2019.

Confera a lista em:  http://akademia.nosi.cv/nosi-akademia-lista-de-candidatos-seleccionados-ao-estagio-fase-4-2019/   

 

No âmbito da participação de Cabo Verde no Web Summit, Lisboa 2019, foi lançado um concurso designado de “GoGlobal in Websummit”, que trata-se de um programa anual de imersão, visibilidade e financiamento que visa, por um lado, expor as Startups TIC nacionais ao mercado global, abrindo oportunidade aos jovens inovadores cabo-verdianos de estarem em contato com o que há de mais atual e disruptivo no mundo; e por outro lado, dar visibilidade internacional ao um pacote de incentivos à promoção da transformação digital e desenvolvimento de Ecossistemas de Inovação, posicionando cabo verde como um destino apetecível para empresas globais no setor das TIC que queiram montar os seus “headquarter” nas nossas ilhas.

 Nesta primeira edição, foram selecionados 10 projetos que irão participar na Web Summit, a maior conferência de tecnologia, inovação e empreendedorismo do mundo que acontece de 4 a 7 de novembro em Lisboa. Nesta linha, as 10 startups selecionadas participarão de uma formação de preparação que ocorre de 28 outubro a 1 de novembro de 2019, das 16:00 às 19:00, no CERMI, Palmarejo Grande.

As 10 startups selecionadas são: JSMedia Lda/Formacao.cv; iMedia / CV360; Passafree,SA; Smart Solutions/SmartTáxi; Platum/Flexbundle; One /HelpHer; IT SOLUTION ( NHABEX); STEM Center/ Data Science & Artificial Intelligence Laboratory; Netxtudio/NubianPro Doctor+; Resermar R.Online; 

A agenda desta delegação está a ser formatada de modo a se conseguir tirar o maior proveito do ambiente que se vai criar em Lisboa por causa da Web Summit, procurando garantir a participação ativa nos diversos eventos de interesse, bem como aproveitar o máximo os side-events de interesse para a nossa comunidade. 

Por norma, os estagiários de 2 em 2 meses devem fazer a apresentação das suas atividades aos seus mentores, coordenadores e à própria equipa do NOSi Akademia. Neste sentido, tendo já concluído o segundo mês de estágio, estiveram desde o dia 14 de outubro a apresentar as tarefas realizadas durante esse período, as competências já adquiridas, os desafios e as perspetivas que têm para os próximos meses.

Recorda-se que o NOSi Akademia acolheu no dia 13 de agosto 48 estagiários no âmbito do Programa de Estágios Profissionais para Inovação e Tecnologia, PEP-IT. Durante o primeiro mês tiveram formações intensivas em varias soluções tecnológicas, e em diversas vertentes visando uma melhor integração e engajamento.

A convite do Sistema das Nações unidas em Cabo Verde, o Presidente do Conselho de Administração do NOSi, Carlos Tavares Pina, esteve na tarde desta quinta-feira, 24 de outubro, na comunidade de Porto Mosquito, Ilha de Santiago, para participar das atividades comemorativas ao Dia das Nações Unidas.

A localidade de Porto Mosquito recebeu um conjunto de atividades para comemorar o dia das Nações Unidas, com destaque para limpeza do fundo do mar, passeio a Baia do Inferno, plantação de árvores, lançamento de livro, feira de saúde, entre outras ações, tendo sempre como enfoque as questões ambientais.

O Dia das Nações Unidas é comemorado em 24 de outubro desde 1948, como aniversário da entrada em vigor, em 1945, da Carta das Nações Unidas.

A celebração foi determinada em 1947 pela Assembleia-Geral de forma que o dia fosse dedicado a fazer serem conhecidos os objetivos e conquistas da ONU. A data compõe a Semana da ONU, que vai de 20 a 26 de outubro.

A Cerimónia de Encerramento foi presidida por Sua Excelência o Ministro de Estado, Fernando Elísio Freire. 

No encontro debateu-se a gestão dos riscos associados à actividade bancária e o tema da segurança na transformação digital, entre outros temas.

Cerca de meia centena de quadros e dirigentes bancários estiveram reunidos esta terça-feira,22, na Cidade da Praia para debater a  ransformação digital em curso na banca de Cabo Verde.

O encontro foi uma iniciativa promovida pela Asseco PST, empresa especialista no desenvolvimento de software bancário e um “referencial” na criação de soluções tecnológicas integradas nos vários países onde está presente.

Durante mais de quatro horas, os participantes discutiram activamente os temas centrais da banca digital, nomeadamente o papel dos novos canais electrónicos, com o advento das soluções de internet banking e mobile banking, a gestão da relação com o cliente num único ponto e o poder dos dados e a sua transformação em informação relevante para os bancos.

Na conferência, promovida num hotel perto do centro executivo, financeiro e cultural de Cabo Verde, debateu-se igualmente a gestão dos riscos associados à actividade bancária e o tema da segurança na transformação digital. Um e outro são dois dos pilares essenciais de qualquer solução tecnológica para o sector financeiro, em que não se podem correr riscos e onde as instituições bancárias cabo-verdianas têm investido mais recursos.

A adesão ao evento demonstra bem que o desenvolvimento de uma cultura digital passou a estar na linha da frente das preocupações e investimentos dos bancos cabo-verdianos.

Isto numa altura em que o sector bancário no país está em transformação acelerada, a exemplo do que acontece um pouco por todo o mundo, com o desenvolvimento de soluções tecnológicas cada vez mais inovadoras e que permitem melhorar, de forma substancial, a forma como as instituições financeiras se relacionam com os seus clientes. Uma relação que passa tanto pelo tradicional atendimento presencial como, e cada vez mais, pelos novos canais à distância que funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana.

Presente em oito mercados em três continentes (África, Europa e Ásia), a Asseco PST está presente em Cabo Verde desde 1992, altura em que passou a assegurar o sistema de gestão da primeira instituição financeira do País. Às suas raízes portuguesas, a empresa soma hoje a sua integração na multinacional Asseco Group, um dos maiores fornecedores europeus de software, com um volume de negócios anual de 2,2 mil milhões de euros.

Fonte: A Nação

Ivanildo Silva, estagiário do NOSiAkademia, integra uma equipa de 5 jovens informáticos e eletrotécnicos da cidade da Praia, recém-licenciados, que há bem pouco tempo desenvolveu a aplicação GERR - Gestão Eficiente da Recolha dos Resíduos. Esta solução rendeu-lhes o prêmio “Os melhores do Ano”, na categoria Inovação e Empreendedorismo, na Gala Somos Cabo Verde que teve lugar na noite de sexta-feira, 18 de outubro.

Gestão Eficiente da Recolha dos Resíduos - GERR –  é um projeto que surgiu no âmbito do concurso Smart City Praia 2025, no qual saiu vencedor.  De acordo com Ivanildo Silva é um sistema computacional que permite otimizar as rotas na recolha dos resíduos e minimizar o seu custo e impossibilitar a invasão de contentores, utilizando um sistema de controlo de acesso nos contentores contribuindo para a estética e organização das cidades. São duas as aplicações que integram o sistema:

  • Processo de recolha nos contentores, instalando dispositivos inteligentes nos contentores para medir enchimento de lixos, informando em tempo real para plataforma gerida pela entidade gestora dos resíduos. É traçada a melhor rota para recolha dos resíduos através das informações recolhidas nos contentores. Essa aplicação permite monitorizar ainda todos os veículos e combustíveis de cada uma;
  • Recolha porta-a-porta, uma aplicação que permite monitorizar em tempo real o veículo de recolha porta-a-porta de modo a alerta-los da operação. Essa aplicação também serve de elo para comunicação entre a população e a entidade gestora dos resíduos para informar se há necessidade de, e quando, executar a operação;

Este sistema permite ainda controlar todos os funcionários que trabalham no sector, desde administrador até vigilante do contentor, elaborar relatórios, ter estatística e previsão do tempo e custo de cada recolha.

Além de Ivanildo Silva, fazem parte da equipa do GERR, os jovens Alexsandro Baptista, Helder Gomes; Jailson Moreira e Eric Fernandes.

 

Não precisa sair de casa, a simples distância de um click, pode tratar os seus assuntos na Casa do Cidadão, acedendo ao portal www.portondinosilha.cv para gerar a sua chave de ativação, que lhe permite efetuar as suas operações online.

1 - Para obter a sua chave de ativação, inicialmente deve fazer o seu registo através do Menu “Entrar” no portal www.portondinosilha.cv e aguardar a confirmação por email;

2 - Após o cadastro e ter confirmado o registo da sua conta por email, aceda novamente ao menu “Entrar” no portal www.portondinosilha.cv para fazer o Login;

3 - Para gerar a chave de ativação, clica em minha conta, a seguir Chave de Ativação, para aceder ao campo onde deve inserir o seu número de telemóvel e gerar a sua própria Chave de Ativação;

4 - Uma vez criads a sua Chave de Ativação, dirija-se aos Balcões da Casa do Cidadão para associar presencialmente a sua chave e começar a utilizar os serviços online que o portal disponibiliza.

Artigo da Margaret Dawson, publicado em 26 de setembro de 2019.

Sabemos que a transformação digital não é mais uma opção para as organizações de hoje - é um requisito. Os usuários finais esperam uma experiência fácil, digital-nativa, seja para pedir uma pizza ou automatizar toda uma infraestrutura de rede, e é por isso que empresas e governos estão investindo trilhões de dólares em novas tecnologias e serviços relacionados

As organizações devem criar e entregar novos e empolgantes aplicativos de software, mais rápido do que nunca. Eles devem inovar continuamente, adaptar-se e permanecer à frente das demandas intermináveis ​​de dados, experiências e canais digitais. Essas demandas contribuíram para o aumento meteórico da computação em nuvem, metodologias DevOps, tecnologias de código aberto, análises preditivas, IA e muitas outras inovações.

No entanto, mesmo com todos esses investimentos, mais da metade de todos os novos projetos de software ou TI ainda falham. De fato, de acordo com um estudo da Forbes Insights, 75% dos executivos dizem que ainda estão esperando para colher benefícios tangíveis da tecnologia disruptiva. Eis o motivo: a tecnologia sozinha não resolve a transformação digital. Ele não aborda alguns dos problemas mais fundamentais que inibem ou permitem o sucesso transformacional, nem a dependência mais crítica, que são as pessoas

Cultura organizacional

Um dos maiores desafios para as empresas que embarcam na transformação digital é a mudança cultural necessária. As decisões de tecnologia, embora assustadoras, são mais fáceis em comparação com a mudança cultural que as organizações devem empreender para se tornarem realmente líderes digitais. Os mandatos de cima para baixo não funcionam, porque, para ser bem-sucedida, a transformação digital precisa de participação de todos os envolvidos. As pessoas precisam se conectar à mudança e sentir que podem ter um impacto, ou pelo menos saber que seu trabalho está seguro em meio à mudança. Além disso, para alcançar a velocidade da mudança e da inovação, as organizações precisam capacitar todos a tomar decisões, não apenas algumas poucas.

Adotar uma cultura aberta pode ajudar com isso. Em uma cultura aberta, os líderes digitais encaram sua organização mais como uma comunidade de indivíduos, todos contribuindo para algo maior que eles mesmos. Qualquer pessoa pode participar, liderar e sugerir uma mudança ou melhoria. Essa metodologia ajuda as melhores ideias a vencer, independentemente de onde elas venham. Os funcionários se sentem parte do processo e, por fim, os capacita a trabalhar em direção ao objetivo compartilhado. Deixe-me ser claro, isso não é uma democracia ou uma falta de poder de decisão claro. No entanto, está usando estruturas de decisão mais abertas que levam todos a alcançar um objetivo comum, o que nos leva ao próximo grande fator humano.

Uma visão inspiradora com métricas de sucesso

Costuma-se dizer que começa com o fim em mente. Com a transformação digital, isso é absolutamente verdade. Para que a transformação digital seja bem-sucedida, todos na organização precisam entender e concordar idealmente com o destino. Visões não são apenas palavras - elas estão direcionando as prioridades, investimentos e decisões tomadas por todas as equipes e funcionários. Sem uma visão clara, as organizações não podem criar uma estratégia de negócios executável. A chave é garantir que você tenha uma visão que descreva claramente como será sua organização em vários anos - e depois torne essa visão mensurável.

Todas as boas visões vêm com objetivos associados a elas. No entanto, de acordo com uma pesquisa da Gartner, 50% das organizações não possuem métricas de transformação digital ou meios de medir o progresso da transformação digital. Estabeleça metas claras e ambiciosas - estique metas para as quais toda a empresa possa trabalhar. Essas métricas permitem que as organizações verifiquem claramente como progrediram e para onde ainda precisam chegar.

Equipes e processos interorganizacionais

Outra barreira cultural para a transformação digital é o comportamento em silos e os fluxos de trabalho. Muitas vezes, as equipes recusam ou simplesmente não sabem como sair de seus silos. A transformação digital requer colaboração e quebra de limites, pois dados, insights, aplicativos e processos precisam fluir perfeitamente em toda a organização. Tudo remonta a ter uma visão e uma cultura aberta. Sem uma cultura de confiança e um acordo compartilhado sobre a meta final de toda a organização, você não poderá quebrar esses silos.

Com a visão e a cultura em prática, a adoção de DevOps e processos ágeis é uma ótima maneira de iniciar isso. Ajuda a reunir negócios, técnicos e outras pessoas de toda a organização para resolver um problema específico ou descobrir como trabalhar melhor em conjunto. Frequentemente, isso requer um líder corajoso, que não mede seu valor pelo poder ou orçamento que possui, para intermediar esses relacionamentos interorganizacionais e novas equipes.

Desenvolvimento das pessoas

Ao conversar com líderes de TI e de negócios em todo o mundo, eles enfrentam um desafio comum: lacunas no conjunto de habilidades. Isso inclui habilidades básicas, como comunicações ou gerenciamento, e habilidades difíceis, como recursos técnicos. De acordo com a pesquisa da Red Hat sobre Pesquisa Global de Tendências e Prioridades de TI, o maior bloqueador dos esforços de transformação digital de uma organização são as pessoas. Mais especificamente, a pesquisa constatou que o déficit de talentos ou habilidades de TI impedia que os esforços das organizações fossem bem-sucedidos. A tecnologia e os processos digitais estão mudando tão rapidamente que é difícil acompanhar. Isso está criando uma lacuna de habilidades digitais nas organizações de todos os setores e ao redor do mundo.

Em vez de esperar contratar pessoas com as habilidades e talentos necessários, incentivo as organizações a desenvolver as pessoas que você possui. Leve seus funcionários leais que já se encaixam em sua cultura e acredite em sua visão e invista neles. Também os recompense por correr riscos. A interrupção digital não ocorre por ficar parado ou incentivar pequenos movimentos - é preciso grandes apostas. A liderança também deve estar disposta a defender os funcionários que tentam novas idéias e ultrapassam os limites.

Foco na experiência do usuário

De acordo com a CareerFoundry, que gerência uma escola de design de Web UX, o custo de uma má experiência do usuário é alto. Muito alto. Sua pesquisa estima que a experiência ruim do usuário custa às empresas de comércio eletrônico US $ 1,4 trilhão em receita perdida.

Como nos concentramos na parte da conexão humana da transformação digital, a experiência do usuário ocupa o lugar da frente e é uma prioridade. Precisamos começar com o usuário. o que eles estão tentando fazer? Qual é a dor que esperamos resolver? Muitas vezes as organizações começam com a tecnologia legal e consideram a experiência do usuário quase uma reflexão tardia. Ao começar com o usuário, é mais provável que os projetos dêem aos usuários a sensação de que estão interagindo com um ser humano e não com uma coisa digital - e, finalmente, terão sucesso por causa disso.

Conexões pessoais

Uma das desvantagens da era digital é que não temos tempo de rosto suficiente. Acreditamos que as videoconferências oferecem os mesmos benefícios que as reuniões presenciais. Confiamos nos apertos de mão digitais, e não no real. No entanto, para ter sucesso em uma transformação digital em toda a empresa, você não pode confiar apenas na comunicação digital. Irônico, certo?

Uma das principais razões para fazer face time é construir confiança. Como seres humanos, precisamos ver alguém, olhá-los nos olhos, apertar sua mão, responder às suas sugestões. Tudo isso nos ajuda a confiar na outra pessoa. Colocar sua organização em uma grande transformação exige confiança - em toda a organização, mas principalmente da liderança. Isso significa que a liderança precisa chegar lá e conversar com funcionários, clientes, parceiros e usuários. Aproveite o tempo e o esforço para relacionar seus esforços de transformação com os humanos que fazem o trabalho e compram seus produtos ou serviços.

A linha inferior

O erro mais comum que as organizações cometem é acreditar que a tecnologia sozinha pode resolver seus problemas. A tecnologia ainda é necessária para uma transformação digital bem-sucedida. De fato, não estou de maneira alguma aconselhando que todos nos sentemos e tenhamos uma conversa adorável e de mãos dadas para resolver esses enormes problemas de tecnologia. No entanto, a tecnologia deve ser combinada com a conexão humana.

Em outras palavras, não é apenas o que você usa para transformar, mas o como e o porquê da sua transformação. Os elementos humanos exigem muito trabalho em cultura, contratação, desenvolvimento de pessoas, liderança e comunicação.

A conexão humana é o aplicativo matador para transformação digital.

Artigo Original: https://devops.com/the-secret-to-digital-transformation-is-human-connection/

 

O Presidente do Conselho de Administração do NOSi, Engº Carlos Tavares Pina, fez estas considerações enquanto participava numa importante conversa, na sexta-feira, 11, promovida pela Agência Lusa, na cidade da Praia, e que teve como objetivo essencial esmiuçar o presente e futuro de Cabo Verde e o seu relacionamento com Portugal, com enfoque no sector da economia digital.

Apontou quatro desafios para acelerar as empresas de base digital: investir na qualidade das infraestruturas e colocar a tecnologia ao serviço das pessoas; intensificar o investimento em qualificação; acelerar a identificação digital; zelar pelo direito à privacidade, proteção de dados e apostar na cybersegurança.

O encontro que contou com a abertura do Sr. Primeiro Ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, foi assistida por uma interessante plateia e contou com um notável leque de oradores: o Vice-Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Olavo Correia, a empresária angolana Isabel dos Santos; o presidente do Conselho de Administração da CV Telecom, José Luís Livramento; o presidente do CA do NOSI, Carlos Tavares Pina; o Presidente do CA do BCA, Francisco Costa e o representante da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal – delegação de Cabo Verde, Jorge Salvador.

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Sobre a iniciativa

Outubro foi designado pela Organização das Nações Unidas, mês da Cidade e habitação. Neste contexto, a ONU-Habitat leva a cabo algumas atividades relacionadas ao tema. Para comemorar a ocasião, a Fundação Smart City Cabo Verde (FSCCV) em parceria com a Câmara Municipal da Praia (CMP) vai realizou nos dias 11,12 e 13, um evento denominado Expo Smart City CEDEAO, cujo objetivo é de proporcionar à população, às Organizações da Sociedade Civil (OSC), Empresas, Instituições, Município e ao Governo a oportunidade de compartilharem os projetos e iniciativas inovadores que estão a ser desenvolvidos em Cabo Verde e na sub-região em matérias de construções das cidades inteligentes, sustentáveis, seguras e acolhedoras.

Mais informações: http://www.smartcity.org.cv

 

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